Socorro

Grito desesperado de socorro, morte por afogamento e tumulto em Rio Bananal

A vítima tinha 21 anos.

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03/06/2019 07h37
Por: Redação

Um jovem de 21 anos morreu afogado quando tomava banho em uma represa, localizada em um sítio, no Córrego São Jacinto, Rio Bananal, fato registrado na tarde deste domingo (2). Antes, a vítima gritou desesperada pedindo socorro.

Os detalhes estão no Boletim Unificado 39548923, gerado às 18h45, e nele o relato de uma testemunha dá conta que o fato aconteceu por volta das 13h40.

A vítima foi identificada como Alexandro da Silva Alves, e teve um grande tumulto causado por um grupo de aproximadamente 50 pessoas, todas sem entender qual é o procedimento seguido pelo Corpo de Bombeiros para resgatar o corpo.

O BU cita que a Polícia Militar foi chamada pela Polícia Civil para atender a ocorrência do afogamento, e que uma mulher relatou como a tragédia teria acontecido: Por volta das 13h40, Alexandro foi tomar banho na represa que fica bem em frente ao alojamento dos trabalhadores.

O jovem mergulhou e ao voltar à superfície começou a pedir socorro, mas afundou logo em seguida e não foi mais visto. Foi feito contato com o Corpo de Bombeiros, em Linhares, e o BU cita que ao ouvir como é o protocolo do CIODES, e que o corpo seria resgatado no início da manhã seguinte, a população se revoltou.

Consta no BU que em casos assim, uma equipe do Corpo de Bombeiros vai ao local, faz algumas fotos, colhe informações e repassa ao setor, em Vitória, pois, ainda segundo as informações do BU, os mergulhadores agora ficam centralizados na Capital, e quando acionados são transportados de helicóptero, juntamente com os equipamentos, ao local da ocorrência.

Ainda segundo o BU, devido ao horário que anunciava o fim da claridade do dia, e pelo fato de a aeronave não atuar durante a noite, foi informado pelo Corpo de Bombeiros que as buscas seriam feitas nesta manhã de segunda-feira (3), momento em que cerca de 50 pessoas conhecidas da vítima se revoltaram e teriam hostilizado a equipe do Corpo de Bombeiros, afirmando que os próprios conhecidos da vítima fariam o resgate.

Alertados sobre o perigo de terem o mesmo fim que Alexandro, e que não poderiam contaminar a área da ocorrência, os ânimos se exaltaram e mesmo com extrema redução de policiais, foi possível controlar a situação após muito diálogo. O grupo desistiu de fazer a busca por conta própria e aceitaram o fato de as buscas começarem na manhã seguinte.

Em contato com o Corpo de Bombeiros,m a informação que recenemos no início da manhã é que os procedimentos estavam começando, para que o corpo fosse resgatado  quanto antes.

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